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Disputa

Auxílio Emergencial no valor de R$ 600 pode ser mantido até dezembro; entenda

Centrais sindicais pressionam o Congresso Nacional pela Manutenção do valor inicial do benefício

Postado em 17/09/2020 às 16:35 |

Senadores e deputados federais apresentaram cerca de 260 emendas à MP 1.000/2020. Essa medida provisória prorroga o auxílio emergencial, mas reduz seu valor de R$ 600 para R$ 300. A maioria das emendas apresentadas pelos parlamentares visa impedir tal redução, mantendo o valor do benefício em R$ 600. 


Pressão no Congresso


As Centrais Sindicais estão pressionando o Congresso a manter o valor do auxílio emergencial em R$ 600. O governo Jair Bolsonaro trabalha com um cenário de extensão do benefício até dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1.000, e deve iniciar os novos pagamentos de R$ 300 a partir da quinta-feira, dia 17 de setembro.

A ideia das centrais é lançar nesta semana a campanha “#600 pelo Brasil, Bom Para o Cidadão, Para a Economia e Para o Brasil” e pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a pautar a MP. “Coloca o auxílio emergencial pra votar, Maia!”, diz a campanha segundo o jornal Folha de SP.

O esforço do governo vai no sentido oposto e a luta agora é para que a MP não vá para votação, já que pelo prazo constitucional o texto perderá validade em 120 dias, o suficiente para que as parcelas restantes sejam garantidas no valor reduzido.

Muitos parlamentares da oposição e de centro-direita buscam entendimento para que o texto da MP eleve as parcelas do benefício de R$ 300 para os R$ 600 que estavam valendo até agosto. Os integrantes do programa Bolsa Família serão os primeiros a receberem a nova parcela com o valor reajustado e o público geral ainda não tem data para embolsar o auxílio reduzido.

A Medida Provisória do governo recebeu mais de 260 s emendas.

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